Nos tutoriais passados, estivemos vendo vários comandos para usar dentro do terminal do Linux. Hoje, veremos mais comandos úteis ao dia-a-dia de qualquer usuário do sistema.
Encontrando Informações do Sistema
De vez em quando, precisaremos obter certas informações a respeito do nosso sistema, do hardware, etc. No Linux, o melhor lugar para obter essa informações é acessando o kinfocenter. O mesmo...
O Dropbox é um serviço multiplataforma de armazenamento e sincronização na Web, "nas nuvens", voltado para as pessoas que desejam 'estocar' seus arquivos de forma segura, e acessá-los onde quer que for. Lançado em setembro de 2008, o programa atingiu a brilhante marca dos 3 milhões de usuários.
O grande diferencial do serviço é ter versões de seu aplicativo para Windows, Linux, Mac OS X e ainda iPhone – este último já possui cerca de 300 mil usuários. As pessoas podem se cadastrar em uma conta gratuita, com direito a 2 GB de armazenamento, ou escolher uma das duas contas pagas. A primeira, que custa 9,99 dólares por mês, oferece 50 GB, já a segunda, de 19,99 dólares, disponibiliza 100 GB. Há nos três tipos de conta a opção de compartilhar determinados arquivos, caso queira.
É surpreendente o número de usuários, tendo em vista um serviço tão simples e a idade do mesmo, de pouco mais de um ano. O "boom" de usuários ocorreu neste ano: em abril, a equipe comemorou a marca de 1 milhão de usuários; em setembro os 2 milhões, e agora em novembro, os 3 milhões.
Eu não conhecia o serviço, e depois deste fato senti uma curiosidade de testar o serviço gratuito. Afinal, são 2 GB "grátis", bom para guardar trabalhos de faculdade e outros arquivos, já que uma falha (mecânica ou principalmente humana) no HD ou no pendrive não é algo impossível de acontecer.
Seguindo as tendências de design do navegador Chrome e do Chrome OS, o Google já iniciou os testes de uma nova interface do usuário para seu velho e conhecido sistema de buscas. E isso não é apenas um rumor, eu mesmo testei, confira as telas abaixo. O novo tema, como era de se esperar, apresenta mais cores que o antigo.
O novo visual acrescenta uma maior saturação nas cores do logotipo do Google, ajunta a caixa de pesquisa com o botão "Search" nas páginas de resultados, e os botões agora possuem um fundo azul brilhante. Na página de resultados houve uma reorganização, com a introdução de uma coluna na esquerda, permanente, que oferece diversos modos de pesquisa, como "Everything", "Images", "Video", "News", "Maps", etc, realçando o selecionado com o mesmo fundo azul brilhante. A coluna na esquerda ainda inclui uma seção "See also", com sugestões de pesquisa e um filtro de tempo.
Segundo o Search Engine Land, alguns usuários começaram a ver a nova página a partir do dia 19 de novembro, e será lançada oficialmente depois do dia 1º de janeiro. Como sou apressado, aí vai uma dica para você mesmo já começar a testar a nova página: vá até a página google.com, e clique em "Google.com in English". Depois, copie o seguinte código Javascript (linha única), cole na barra de endereços e dê Enter. O código está disponível em: http://www.guiadohardware.net/arquivos/google-novo.txt
A seguir, recarregue a página ou entre novamente em "Google.com". Pode ser que você seja redirecionado à página brasileira, se isso acontecer, clique em "Google.com in English" novamente. Voilá :-). Testei no Firefox 3.5.5 e Chrome 4.0.249.11 para Linux. Não obtive sucesso no Opera 10.10.
Durante o evento Ubuntu Developer Summit na semana passada foi discutida uma mudança no Ubuntu que poderá causar uma grande repercussão entre os fãs: a remoção do GIMP na instalação padrão.
Basicamente o GIMP é um editor avançado e profissional, relativamente pesado e confuso para quem quer apenas fazer uma ou outra edição básica de vez em quando. Até o pessoal do GIMP concordou. Sendo uma distro de propósito geral, como alguns chamam de "Linux para as massas", não faz muito sentido no Ubuntu incluir um programa avançado - até mesmo devido a questão do precioso espaço no CD.
Mas ficar sem editor de imagens não dá. Eis a questão: não há um editor gráfico básico de qualidade para Linux, digamos que com os recursos do Paint .NET, que existe para Windows (e é gratuito), como lembrou o Thom Holwerda do OS News.
Um dos mais próximos disso é o F-Spot, gerenciador de imagens com funções de edição básica, incluindo correção de olhos vermelhos (recurso muito usado para quem tira fotos de pessoas próximas, à noite ou em ambientes com pouca luz).
O desenvolvedor dele até o adaptou rapidamente para que ele exiba opções de edição sem precisar da parte de gerenciamento das imagens, facilitando o trabalho com imagens individuais.
Ao mesmo tempo, o pessoal da Canonical parece que pretende incluir um editor de vídeos, como o Pitivi. A remoção do GIMP poderia liberar espaço para tal.
Se aprovadas, essas mudanças devem aparecer no Ubuntu 10.04. Seria interessante ver surgir uma aplicação de edição básica de fotos para Linux, nos moldes do Paint .NET para Windows - que permite criar imagens, desenhos e tem recursos intermediários, que atendem a uns 90% da maioria dos usuários domésticos.
O Google lançou hoje o código aberto do Chromium OS, que constituirá o tão comentado Chrome OS. O sistema operacional do Google é baseado em Linux, mas com um conceito diferente. As aplicações serão como "gadgets" que funcionam no navegador, quase sempre integradas a um serviço online. A interface será simples, no estilo do navegador Chrome. Aproveitar melhor cada pixel das pequenas telas dos netbooks é um dos objetivos principais.
O modelo de distribuição do Google, pelo que tudo indica, será diferente da maioria das distros Linux (ou mesmo sistemas dedicados a usuários finais, como Windows). Fabricantes de computadores deverão atender alguns requisitos para colocar o sistema, de forma que ele possa rodar com perfeição - leve, rápido e sem apresentar problemas de incompatibilidade com o hardware. Rodar o Chrome OS num PC ou notebook "comum" não parece ser o objetivo da empresa, embora, sendo open source, é de se imaginar que versões modificadas serão lançadas na forma de imagem ISO para instalação ou até mesmo liveCDs.
O Chrome OS lida com as aplicações de forma própria, onde elas rodam numa espécie de caixa de areia isolada, evitando ao máximo que uma aplicação prejudique outras e/ou comprometa o sistema.
A cada reinicialização o sistema checará seu código para ver se algo foi alterado. Se tiver sido alterado, o software possibilitará correção automática ou deixará de funcionar. O Google mesmo assume que nenhum sistema de computador pode ser considerado "totalmente seguro", mas é possível fazer o melhor para dificultar ao extremo as invasões e prejuízos.
O sistema rodará bastante otimizado, permitindo sempre que possível, execução de tarefas paralelas. Processos em execução? Só os necessários.
Há muito trabalho a ser feito. O Google espera que a comunidade open source como um todo aproveite as modificações, inclusive os projetos upstream, com as "origens" de peças usadas no sistema - incluindo o kernel Linux. Segundo o anúncio no Blog Oficial do Google, entre os recursos aproveitados no sistema estão o trabalho dos projetos GNU, Linux Kernel, Moblin, Ubuntu, WebKit, entre outros.
Para quem quer mexer no sistema, não será fácil por enquanto, apenas usuários avançados conseguirão algo funcional. Informações gerais estão no site:
Como se vê, o Chrome OS foi projetado para trabalhar online, com serviços do Google ou de outros sites. A interface é o navegador, nada mais. É bem diferente do conceito de aplicações de alto desempenho que rodam usando processamento e recursos exclusivamente offline, como jogos, conversão de vídeo, editores de texto avançados, etc. Muita gente não gosta da computação em núvem no sentido de perda da liberdade, mas mesmo assim o Chorme OS promete muito. Resta só aguardar e ir acompanhando o desenvolvimento :)
Uma dúvida bem frequente de quem está iniciando agora no mundo dos computadores e principalmente no uso da internet, é como fazer para salvar imagens ou fotos da internet em seus computadores.
Veja neste tutorial como é o processo de salvamento de imagens e tire de vez todas as suas dúvidas.
O primeiro passo é estar em algum site que tenha imagens, isso é óbvio. O próximo passo é justamente executarmos o processo para salvar a imagem.
Para salvar a imagem, o passo básico é clicar dentro da mesma com o botão direito do mouse e, em seguida, no menu que irá aparecer, dirija-se à opção “Salvar imagem como...”:
Em seguida, irá aparecer uma janela onde você deve apontar onde você quer salvar e, em seguida, digitar o nome da imagem. Ao fazer isso, clique no botão “salvar”.
Esse procedimento é o mesmo na maioria das navegadores. Portanto, fica fácil de realizar este procedimento.
Em navegadores como o internet explorer, você poderá ver também alguns pequenos ícone acima da imagem. Entre eles, há um de um disquete. Você pode clicar no mesmo que o efeito será o mesmo de ter clicado na opção “Salvar imagem como...”
O Google Translate, serviço gratuito de tradução online do Google, recebeu mais um pacote de melhorias na semana passada.
Duas delas ajudam ao lidar com os idiomas:
Romanização: Ao traduzir algo para chinês, por exemplo, você pode ver como se lê o texto, já que provavelmente não vai entender os caracteres - a pronúncia será escrita em inglês. É só clicar no link "Mostrar romanização". Esse recurso funciona para quase todas as linguagens não-romanas, exceto hebráico, árabe e persa.
Texto para fala: ao traduzir para inglês, o resultado pode ser ouvido, clicando no ícone com um alto-falante.
E finalmente um que vale para todos os idiomas: tradução em tempo (quase) real, enquanto você digita. É bom para verificar se alguma frase que você pensa estar certa realmente está, ou tirar algumas dúvidas - ou ficar com mais dúvidas ainda, visto que os tradutores automáticos não são lá tão confiáveis. Adeus botão "Traduzir".
A Microsoft assumiu que uma ferramenta sua recém lançada contém código GPL, e para contornar o problema, irá publicar todo o código da ferramenta em questão sob a GPL.
O programa é o WUDT, Windows 7 USB/DVD Download Tool, que permite gravar uma imagem ISO do Windows 7 em um pendrive ou DVD de boot. Apesar de muita gente não saber, o Windows 7 também é vendido via download nos EUA, e em boa parte do mundo pode ser adquirido com uma assinatura da MSDN, que fornece sempre as versões recentes dos sistemas operacionais e programas principais da MS. Uma das facilidades da ferramenta é permitir a instalação do sistema em netbooks, que geralmente não incluem drive de DVD. No Vista e 7 é fácil fazer um pen drive de boot usando ferramentas nativas, com alguns comandos. Para quem usa Linux é mais do que comum usar imagens de diversas formas, mas entre usuários de Windows isso não é tão popular, de forma que a ferramenta divulgada pela MS é bastante útil.
Uma postagem no Port 25, site de divulgação de aplicações abertas mantido pela Microsoft, pede desculpas pelo ocorrido e diz que uma empresa terceirizada foi contratada para fazer o programa, sendo assim a MS não tinha conhecimento a fundo do código fonte. Pelo que várias fontes dizem os códigos open source embutidos na ferramenta eram do ImageMaster, curiosamente hospedado no CodePlex.com (site da própria) e ainda não lançado. É até engraçado quando uma empresa que vive alegando violações de patentes suas em soluções livres, se utiliza de código alheio dessa forma.
A nota foi publicada no final da semana passada, e pelo prometido ainda nessa semana o código fonte deve ser disponibilizado, sob a GPL v2.
Como se criar uma nova linguagem de programação não fosse suficiente, e ainda comprar uma empresa de VoIP, dentro de uma mesma semana o Google se superou. A empresa anunciou simplesmente um novo protocolo baseado no HTTP, o "SPDY" (infelizmente, se pronuncia "Speedy") para resolver o problema da latência entre cliente e servidor no velho de guerra HTTP. O protocolo foi criado, segundo o Google, para dar continuidade à evolução da Web, e os testes estão sendo realizados com um servidor protótipo e o Google Chrome com suporte ao SPDY, como era de se esperar.
O HTTP realmente tem problemas crônicos de latência, ou seja, a demora entre o contato cliente-servidor. O "Request", ping que pergunta qual recurso o cliente deseja do servidor, e o "Response", o header enviado de volta contendo dados sobre tipo de arquivo, tamanho informações sobre o cache, não são comprimidos. Esse é o primeiro ponto onde o SPDY atua: a compressão resulta em uma redução de aproximadamente 88% do tamanho dos headers.
O Google descreve o funcionamento do SPDY de forma bem simplificada: "o SPDY adiciona uma camada de sessão sobre o SSL, que permite múltiplos, simultâneos e intercalados streams em uma conexão TCP simples". Em suma o protocolo multiplica os pedidos em uma só tacada, aumentando o desempenho global.
O Google afirma que, nas condições de seu laboratório, o SPFY apresentou melhora em desempenho com relação ao HTTP de 27 a 60% no tempo de carregamento das páginas no TCP simples, e de 39 a 55% com o SSL. A meta da companhia é oferecer 50% de melhoria da performance.
Há ainda outras modificações, que você pode conferir no anúncio do projeto. Não há datas para um lançamento do protocolo, que atualmente está em fase de protótipo.
O Google nesta quinta-feira confirmou a aquisição da empresa de VoIP Gizmo5. Anteriormente, vários rumores foram divulgados, incluindo o valor da compra, de 30 milhões de dólares, mas nada oficial. A pequena empresa já foi alvo de interesse da Skype, mas o negócio nunca foi finalizado.
A aquisição da Gizmo5 originou especulações de que o Google estaria planejando bater de frente com o Skype e companhias dedicadas à telefonia. A gigante das buscas poderia combinar seu serviço gratuito de bate-papo por voz, o Google Talk, com o sistema de VoIP da Gizmo5.
A Gizmo5 não está mais aceitando novas assinaturas para seu serviço de seis dólares por mês, mas em breve, depois da transição, o serviço será relançado de cara nova. Um dos destaques era o preço econômico das ligações, inclusive aqui no Brasil (que tempos atrás se podia falar de graça), ausência de taxas de ligação e integração com as contas do Google Voice.
O Google espera que estas pequenas aquisições ao longo dos últimos cinco anos ajudem a empresa a abrir cada vez mais o leque de produtos e tecnologias.
Criada para uso interno em servidores, linguagem foi liberada pela empresa para crescer com a colaboração de programadores de todo o mundo.
Para reduzir a complexidade do código sem comprometer o desempenho das aplicações, o Google decidiu criar uma nova linguagem de programação. Chamada Go, a linguagem tem sido testada internamente, mas ainda está em fase experimental.
A divulgação, na terça-feira (10/11), foi feita sob licença de código aberto, na esperança de que isso ajude no desenvolvimento futuro. "Nós criamos a Go porque ficamos frustrados com o quão difícil o desenvolvimento de software se tornou nos últimos 10 anos", explicou Rob Pike, principal engenheiro de software do Google.
A Go vem para oferecer uma forma mais eficiente de lidar com dependências, que é como são chamadas as práticas de reutilização de código, geralmente com base em bibliotecas. A linguagem também foi projetada para lidar particularmente bem com tarefas multiprocessadas, graças a seu modelo de programação simultânea.
Dos servidores para o mundo
Faz dois anos que o Google começou a trabalhar com a Go. Há um ano, decidiu dedicar uma equipe ao projeto em tempo integral. Ela foi concebida como uma linguagem para programação de sistemas, como servidores web, sistemas de armazenamento e bancos de dados.
No entanto, o Google está aberto para vê-la se estender a outras áreas. Neste momento, a Go não é usada em nenhum serviço ou aplicação do Google para o usuário comum, pois ela ainda precisa de maturação - e é aí que entram os programadores de fora.
"Nós precisamos de melhores ferramentas e bibliotecas, e a comunidade de código aberto é ótima no auxílio a coisas desse tipo", ressalta Pike.
A criação dessa nova linguagem de programação marca o avanço do Google no reino dos blocos básicos da computação, motivados por um senso de urgência de torná-los melhores. É esta mesma motivação que tem levado o Google a apostar no desenvolvimento do sistema operacional Android para celulares, do navegador Chrome e do sistema operacional Chrome, que ainda não foi lançado.
Continuando o nosso material sobre o uso da linha de comando no Linux, veremos agora outras ferramentas que podem ser usadas.
Como Obter Ajuda
No Linux, você sempre estará aprendendo um novo comando para uma determinada função ou solução de problemas, pois, inúmeros programas são feitos a cada dia para serem usados via linha de comando.
Assim, é importante conhecermos como podemos obter ajuda sobre um determinado comando a partir do terminal. Isso é útil em casos onde desejamos personalizar um determinado comando, a fim de que o mesmo cumpra bem um determinado papel.
Agora você pode dispor de um serviço do Google que permite você ver um relatório de todos os serviços que você participa e, mostrar também as atualizações realizadas nos mesmos.
Exemplificando o caso do gmail, é mostrado as mensagens já enviadas, as conversas, os spam, etc.
Este novo serviço chama-se Google Dashboard. Se você já tem uma conta do google, basta efetuar login na seguinte página:
Note que além de mostrar as atualizações de cada serviço usado, é possível gerenciá-los, da mesma forma que é feito quando efetuamos login na página de gerenciamento de contas, em:
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